O Brasil segue monitorando de perto a situação da mpox, doença viral causada pelo vírus Monkeypox virus (MPXV), da mesma família da varíola. De acordo com o Ministério da Saúde, até o início de fevereiro de 2025 foram notificados 115 casos da doença em circulação no país. Não há registro de óbitos nos últimos dois anos, e a maioria dos pacientes apresentou quadros leves ou moderados.
A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, secreções respiratórias ou fluidos corporais de pessoas infectadas. As autoridades mantêm atenção redobrada após a confirmação, em 2025, do primeiro caso da cepa 1b no Brasil — uma variante geneticamente distinta do vírus, identificada em São Paulo.
Em 2026, há indícios de circulação da doença em novas regiões.
Na terça-feira (17), a Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de mpox na capital gaúcha neste ano. Segundo as autoridades de saúde, a infecção ocorreu fora do estado do Rio Grande do Sul, mas foi diagnosticada na cidade.
Embora os números atuais estejam abaixo dos picos registrados em anos anteriores, tanto no Brasil quanto no exterior, especialistas reforçam a importância da vigilância contínua, do diagnóstico precoce e das medidas de prevenção para conter a disseminação da doença.
O monitoramento envolve ações integradas entre o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, além do acompanhamento da Organização Mundial da Saúde.
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