“Um monumento à cultura, e agora também à educação e à tecnologia, em um espaço central da cidade”. As palavras do prefeito Wladimir Garotinho, durante a cerimônia de reinauguração do Palácio da Cultura nessa quarta-feira (5), deu o tom exato da importância desse espaço para a população campista. Reformado e reformulado, o Palácio da Cultura passa agora a abrigar a Subsecretaria de Ciência e Tecnologia e seus programas, a Escola de Formação de Educadores Municipais (Efem) e a Diretoria de Programas e Projetos, todos da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct). A Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL) também volta para esse prédio. Essa ocupação torna o Palácio da Cultura um verdadeiro vetor de convergência entre algumas das principais áreas de desenvolvimento de uma cidade.
Essa convergência também foi celebrada pela secretária de Educação, Ciência e Tecnologia, Tânia Alberto, durante a cerimônia. Para ela, “um local que conta com essa força conjunta entre Educação, Ciência, Tecnologia, Arte e Cultura é uma verdadeira mostra do pensar em coletivo para o desenvolvimento da nossa cidade”. O subsecretário de Ciência e Tecnologia, Henrique da Hora, compartilha o mesmo pensamento. “Não é para estranhar que este espaço, que era a sede da Cultura, agora é compartilhado por Educação e Inovação. Estamos celebrando o passado e investindo no futuro ao ter tudo isso no Palácio da Cultura renovado”, disse.
Foto: Carlos Grevi

Wladimir Garotinho, além de apresentar a definição definitiva sobre o Palácio da Cultura, também fez questão de lembrar que diversas gerações de campistas têm suas histórias interligadas com o local. “Estamos trazendo isso de volta, agora com mais força. É hora de trazer o público para o Palácio da Cultura novamente, agora para vivenciar cultura e educação juntas, no dia a dia. Isso fará a diferença para a história de todos nós“, disse o prefeito. Ele pontuou ainda que apenas o auditório não foi reformado, mas revelou que haverá a criação de um Cinema Popular.
Com a reformulação, o Palácio da Cultura sedia também o Centro Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CETEC) – que reúne iniciativas e setores da Seduct ligados à Educação, Ciência e Tecnologia. Além de espaços próprios para cada um dos programas, setores e gerências, há ainda o Lab Mais, laboratório de ciências equipado com maquetes e experimentos, um estúdio de gravação – para ações, por exemplo, do Estação Educação e Curta Campos – e até mesmo sala para professores utilizarem.
Foto: Carlos Grevi

Também foram criadas e reformadas salas administrativas, espaço de atendimento e áreas destinadas a coworking. Outro destaque da reformulação do Palácio da Cultura é a biblioteca, que conta com seção infantil, e setor destinado à exposições. A expectativa da gestão municipal é que a revitalização do Palácio da Cultura seja um marco para a valorização da história, da produção artística e da inovação educacional em Campos, fortalecendo o vínculo entre passado e futuro, tradição e modernidade.
A reinauguração do Palácio da Cultura também foi marcada pelo primeiro dia da 6ª edição do Festival Doces Palavras (FDP). Além de stands para exposição e comercialização de doces feitos por doceiras campistas, a programação de abertura do evento contou com mesas sobre a trajetória do professor Lenilson Chaves, criador da Bienal do Livro de Campos, Afro-Roteiros, lançamento de livros, oficinas literárias e reinauguração da Academia Pedralva. O evento, que conta com a curadoria da Academia Campista de Letras, Associação de Imprensa Campista e Academia Pedralva Letras e Artes, acontece até o próximo domingo (9).
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