Carlos Eduardo, conhecido como “Cadu”, foi formalmente indiciado por feminicídio e crime de trânsito após atropelar e matar a própria mãe, Eliana Tavares. O caso chocou familiares e testemunhas, que relataram um histórico de agressões frequentes do filho contra a mãe. A cena do atropelamento foi presenciada pela irmã de Carlos e por uma funcionária da casa, que também confirmaram os episódios de violência.
Em depoimentos à polícia, a irmã de Carlos Eduardo foi apontada como peça-chave na investigação. Além de relatar ter sido agredida pelo irmão, ela forneceu imagens que mostram “Cadu” ameaçando e agredindo Eliana, reforçando o padrão de comportamento violento.
O pai do acusado, abalado emocionalmente, não conseguiu prestar depoimento até o momento. Em meio a rumores sobre a contratação de um advogado pelo pai, o advogado Márcio Marques esclareceu que a defesa foi custeada por amigos do acusado, que organizaram uma vaquinha.
Com o inquérito concluído, Carlos Eduardo agora responde pelos crimes de feminicídio e de trânsito, já que, após o atropelamento de Eliana ele se envolveu em uma colisão com outro carro.
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